Domingo, 24 de Maio de 2026

Capitã acusa coronel da PM de Mato Grosso por difamação e exposição de intimidades




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O Coronel da Polícia Militar atuante na região Oeste, C.A.C.R, 42, está sendo acusado pela ex, J.C.S., 32, que é capitã da PM, de difamação e injúria. Em denúncia feita à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher nesta quarta-feira (17), ela contou que foi vítima de agressões verbais e que descobriu que estava sendo difamada publicamente pelo coronel, que também estava expondo a intimidade da vítima. O caso foi levado à Corregedoria da PM.

Segundo a capitã, os dois ficaram juntos por dois anos, mas estão separados há 5 meses. Próximo ao término do relacionamento as discussões passaram a ser frequentes e, em meio aos desentendimentos, ela era frequentemente agredida com palavras de baixo calão.   

Ainda no relato, ela conta ter tentado resolver o término de forma amigável e pacificamente, mesmo após os danos causados pelo relacionamento, isso porque ela e o coronel pertencem ao quadro de funcionários da Polícia Militar, e ele é superior hierárquico dela. 

‘MULHER FÁCIL’ -  Dentre as acusações proferidas, está a de que o coronel a oferecia para os superiores dele com o intuito de ser promovido mais facilmente. Disse também que a ex- companheira era uma “mulher fácil”, e que qualquer um que chegasse conseguiria ficar com ela, além de expor a intimidade dela publicamente para colegas de trabalho.

Após descobrir que estava sendo difamada para os colegas de trabalho, a mulher precisou retornar com os tratamentos psicológicos e psiquiátricos que havia interrompido após o término do relacionamento. Sobre o boletim de ocorrência, J.C.S disse que essa providência foi necessária porque as calúnias sofridas estão afetando sua vida pessoal e carreira profissional. A Delegacia de Defesa da Mulher investiga o caso.

OUTRO LADO - Em nota, a PM informou que vai analisar o conteúdo da denúncia com imparcialidade. Afirmou ainda que repudia assédio, violência e desrespeito aos direitos da mulher. Leia a nota na íntegra: “A Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso informa que tomou conhecimento hoje (17.03), por meio de um veiculo de comunicação, da denúncia formalizada em desfavor de um de seus membros junto à Delegacia de Polícia Civil Especializada de Defesa da Mulher. Adianta que irá analisar o seu conteúdo com imparcialidade, a fim de apuração dos fatos no que tange à legislação castrense.

A Corregedoria destaca, ainda, que a Polícia Militar não compactua e repudia toda e qualquer forma de assédio, violência, violação e desrespeito aos direitos a integridade física e psicológica da mulher e de qualquer cidadão, tanto no âmbito interno quanto externo à Instituição”.

"Isso porque é assegurado ao parlamentar o direito ao devido processo legal em ações que tenham por objeto impugnar seu mandato ou seu direito à suplência por infidelidade partidária. Assim, ainda que mude de partido, deve haver manifestação da Justiça Eleitoral sobre a linha sucessória da suplência", diz outro trecho do parecer. Cattani já deve participar da próxima sessão a partir da semana que vem.


Autor:AMZ Noticias com Gazeta Digital


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