Quinta-Feira, 09 de Julho de 2026

Pesquisa britânica revela que milhões admitem assistir pornô durante o trabalho em casa




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O home office pode ter sido odiado no início da pandemia, mas acabou caindo nas graças de muita gente com o passar dos meses. A flexibilidade de trabalhar no conforto do lar deixou parte da população satisfeita. Mas tem aqueles que não veem a hora de voltar para o escritório. Teve gente que ficou tão à vontade trabalhando de casa, que se sentiu confortável até para acessar sites de pornografia durante o expediente.

É o caso de mais de três milhões de trabalhadores no Reino Unido, que admitiram usar seus dispositivos para visualizar conteúdo adulto durante o trabalho. Os dados são de uma pesquisa de uma empresa de suporte de TI, divulgada no portal inglês Metro.

Prazer no home office - Atire a primeira pedra quem não aproveitou o dia de trabalho em casa para ficar de pijama, ou bem à vontade. A pesquisa mostra que os funcionários estão desfrutando ao máximo a liberdade de não ter ninguém de olho em seus computadores.

Os dados ainda mostraram que cerca de um terço que assiste a pornografia no horário comercial chega a ficar de duas a quatro horas navegando pela pornografia. E ainda, outros 20% admitiram assistir a conteúdo adulto por quatro a oito horas por dia.

E não é só pornô - Se distrair em frente ao computador pode acontecer devido a vários fatores, inclusive usar os dispositivos para compras on-line. A pesquisa elencou as 10 principais atividades não relacionadas ao trabalho que as pessoas estão fazendo no tempo laboral: Navegando nas redes sociais 17% -  Conversando com amigos por mensagens instantâneas 15% -  Compras on-line 11% - Navegando na mídia on-line 11% -  Fazendo a lição de casa das crianças 10% -Transmissão de TV/Filme 10% - Jogos 8% -  Jogos de azar (fazer apostas, jogar na loteria ou bingo) 5% - Assistir pornô 5% e manter as crianças entretidas 4% .

No Brasil não foi diferente - No auge do home office por aqui, uma pesquisa realizada pela empresa de cibersegurança Kaspersky revelou que ao menos 51% já utilizou a mesma máquina em que trabalha para consumir conteúdo pornográfico. O estudo foi feito com mais de 6 mil pessoas do Brasil, Reino Unido, Estados Unidos, França, Austrália, Rússia, Alemanha, Suécia, México e Colômbia.


Autor:Luiza Barufi com Metrópoles


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